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★ COMO ESTA A SAÚDE? DEPENDE $$$ - Crivella paga a ‘Guardiões’ salários mais altos do que a servidores da Saúde

Foto: Reprodução


Para quem enfrenta as agruras do dia a dia da saúde pública na cidade do Rio de Janeiro a revelação de que o prefeito Marcelo Crivella paga salários mais altos a integrantes do grupo “Guardiões do Crivellla” do que a profissionais foi motivo de revolta... 


O presidente do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro, Alexandre Telles, disse que a atitude de Crivella fere os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). Informações divulgadas pela "RJ2", da TV Globo, mostram a ação de pessoas ocupando cargos comissionados de plantão na porta de hospitais para impedir o trabalho da imprensa e dificultar denúncias e reclamações por parte dos cidadãos.

— Um médico tem salário inicial de R$ 3,5 mil, já com insalubridade. No grupo de pessoas escalados para intimidar usuários de impedir o trabalho da imprensa, tem gente que ganha mais que isso. Há outras categorias da saúde que ganham muito menos — disse Telles.

O presidente do Sindicato os Médicos ressaltou ainda que impedir o trabalho da imprensa e a opinião dos usuários fere todas diretrizes do SUS.

— O SUS foi concebido contemplando a participação popular e garante o direito de o usuário ter espaço para denunciar e avaliar o serviço. Essa situação é absurda. Tem gente no grupo que ganha cerca de R$ 10 mil, enquanto médicos e outros funcionários já sofreram com atrasos de salários, e muitos foram dispensados sem receber a rescisão — reclamou o médico.

A presidente do Sindicato dos Enfermeiros do Rio de Janeiro, Mônica Armada, considerou um insulto a situação:

— Pegar o dinheiro do povo carioca para esconder os problemas existentes dentro das unidades de saúde é um absurdo. Temos problemas sérios na saúde. Um deles é justamente a falta de pessoal. Em vez de contratar olheiros, Crivella deveria usar esse dinheiro para repor os quase 6 mil profissionais que a saúde perdeu — reclamou Mônica Armada.

O vereador Paulo Pinheiro (PSOL), integrante da Comissão de Saúde da Câmara, disse que os integrantes do grupo ocupam cargos comissionados, lotados no gabinete do prefeito:

— Isso é um absurdo. Um trabalho de desinformação ao impedir que o usuário possa falar e ainda impede o trabalho da imprensa. Isso é terrorismo de Estado — analisou o parlamentar.

Em nota, o presidente do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj), Walter Palis, condenou a ação de Crivella:

"O Cremerj discorda de qualquer atitude que tente deturpar ou ocultar a verdade. A saúde pública na cidade do Rio de Janeiro deve receber toda a atenção necessária para fornecer um atendimento de qualidade para a nossa população, bem como um ambiente de trabalho propício para médicos e demais profissionais de saúde para que todos os objetivos sejam cumpridos", diz a nota.


Fonte: Extra.Globo



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