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Foto: (Reprodução)

Em nossa rica história, os fragmentos demonstram que nossa bravura não foram conquistadas por acaso, e sim com saudosas batalhas, e até mesmo guerreando em várias guerra pelo mundo lá fora, nossos antepassados demonstramos a bravura dos catalanos...



A participação de catalanos na II Guerra Mundial é bastante conhecida, principalmente porque um filho da cidade morreu em batalha no território italiano. Trata-se do soldado Ademar Ferrugem, que se tornou nome de rua em Catalão e em Goiânia por ter sido o único goiano vitimado no conflito.  


O que poucos sabem é que, bem antes, Catalão também participou ativamente da Guerra do Paraguai cedendo 27 voluntários e um tenente coronel. O oficial foi ferido em batalha e os demais foram mortos em razão do conflito.  


A Guerra do Paraguai aconteceu no período de 1864 a 1870. Catalão havia pouco se emancipado como cidade quando recebeu a convocação de voluntários para a guerra. O responsável  pela arregimentação foi o tenente coronel Antonio da Silva Paranhos que residia em um sobrado no centro de Catalão. 


Foto: (Reprodução) /Cel Paranhos e esposa, no sobrado em que residiam em Catalão.

Paranhos chegara a Catalão por volta da metade do século XIX, na condição de coronel reformado do exército, tornando-se próspero comerciante em nossa região.  


Com a guerra, o oficial foi nomeado um dos comandantes dos Voluntários da Pátria que lutaram no território sul do Mato Grosso.  


Foto: (Reprodução) /Brigada do Cel Paranhos na batalha de Piris. (Reprodução)


Em Catalão, Paranhos arregimentou 27 voluntários  para a luta e partiu com eles para o front da batalha, unindo-se a centenas de outros voluntários de Goiás e Mato Grosso. O dia da partida ficou registrado. Aconteceu no Distrito de Vai-Vem, município de Catalão, em abril de 1865. Na ocasião, o comandante Antonio Paranhos discursou solenemente em tom melancólico de verdadeira despedida. 


Frisou que: 

"É este, pois, o lugar que designei para dizer-vos o adeus da despedida e apertar-vos em meus braços. É este, pois, um dos momentos mais graves da minha vida pública e um dos lances mais tristes por que tenho passado. (...) Adeus... adeus meus amigos". 


Primeiramente o Cel Paranhos comandou o 7° Batalhão dos Voluntários da Pátria lutando na batalha de Curupaiti. Foram os primeiros a travar combate corpo a corpo com os paraguaios já em território brasileiro. Pouquíssimos sobreviveram e ainda tiveram que enfrentar a fome, a malária e o cólera.


Foto: (Reprodução) /Mantimentos para o front da Guerra saindo do Largo do Comércio em Uberabinha (Uberlândia).


O próprio comandante Paranhos foi ferido a bala em Curupaiti e conduzido a hospitais de campanha. Recuperado, foi nomeado para o comando do 9° Batalhão dos Voluntários onde lutou ao lado do então tenente coronel Floriano Peixoto.  


Os voluntários do 7° Batalhão que sobreviveram sequer receberam homenagens de reconhecimento posterior. Dos 27 soldados de Catalão restaram apenas dois que haviam deserdado no calor da luta. Mas, ambos foram assassinados tão logo retornaram a Catalão, por resistência a prisão.  Terminado o conflito, Antonio Paranhos também voltou para Catalão. 


Foto: (Reprodução) /Vista da futura Av. 20 de Agosto e do sobrado em que vivia o Cel Paranhos bem na área central de Catalão. (Foto: Acervo de familia)


Com o advento da República tornou-se o primeiro senador representante de Goiás no âmbito federal e participou da Primeira Constituinte do Brasil em 1891. Seis anos depois foi assassinado à sombra do sobrado em que vivia no centro de Catalão. 


(Luís Estevam)





Fonte: Luís Estevam  (Academia Catalana de Letras


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Foto: (Reprodução) /UNICEF/BRZ/José Nilson Silva


Agenda lançada nesta quarta-feira apresenta seis áreas essenciais que precisam estar na pauta dos novos governos para mitigar os impactos da pandemia na vida de meninas e meninos...


Brasília, 21 de outubro de 2020 – No próximo dia 15 de novembro, milhões de brasileiros vão às urnas escolher os novos prefeitos e vereadores nos mais de 5 mil municípios do País. Caberá aos novos gestores investir, nos próximos quatro anos, para mitigar os impactos da pandemia da Covid-19 e garantir a adaptação e continuidade dos serviços básicos nos municípios, com base na análise das necessidades e dos direitos dos cidadãos. Diante desse cenário, o UNICEF alerta para a importância de priorizar a infância e a adolescência nas eleições e nos próximos governos municipais – e apresenta uma agenda com seis temas essenciais que precisam estar na pauta.  


Embora crianças e adolescentes não sejam os mais afetados, diretamente, pelo vírus, elas e eles são as vítimas ocultas da Covid-19, sofrendo de forma mais intensa as consequências da pandemia no médio e longo prazos. 


“A crise econômica provocada pela pandemia afetou meninas e meninos de forma mais intensa. Suas famílias tiveram as maiores reduções de renda e – consequentemente – uma piora na qualidade da alimentação, em comparação com quem vive em casas sem crianças e adolescentes. Para mudar esse cenário, é fundamental fazer da infância e da adolescência a grande prioridade do orçamento e das políticas públicas municipais, em articulação com os governos estaduais e a União”,
explica Florence Bauer, representante do UNICEF no Brasil.


Todos esses fatores atingiram, em especial, meninas e meninos que já viviam em situação de vulnerabilidade, ampliando as desigualdades. A pandemia mostrou que havia uma parcela importante da população que não era alcançada pelos cadastros dos programas de transferência de renda existentes.  


Outra área fundamental é a educação. O longo tempo de fechamento das escolas e o isolamento social impactaram profundamente a aprendizagem, a saúde mental de crianças e adolescentes, e a proteção deles contra a violência. 


“É urgente reabrir as escolas em segurança e implementar políticas para garantir a todos o direito de aprender. Os governos municipais têm um papel essencial nisso, sendo os responsáveis principais pela educação infantil e pelo ensino fundamental”,
diz ela.  


A pandemia da Covid-19 exacerbou, também, a necessidade de políticas públicas que garantam a cobertura universal de serviços de água e saneamento, cruciais para que a população possa manter hábitos de higiene, evitar o contágio pelo coronavírus e outras doenças, e cuidar da saúde. O mesmo vale para os serviços de saúde, pré e pós-natal, e para a imunização. 


“Nas últimas décadas, o Brasil se destacou por reduzir a mortalidade infantil. Investimentos em saúde, imunização e saneamento básico são fundamentais para que crianças não morram por causas evitáveis”,
explica Florence.  


A violência contra meninas e meninos faz parte, ainda, dos temas que precisam estar na agenda. No Brasil, milhões de crianças nascem e crescem em territórios diretamente afetados pela violência, em especial a violência armada, com pouco acesso a serviços públicos, sujeitos a uma superposição de violações e privações de direitos. Por hora, mais de um adolescente ou criança é vítima de homicídio no País. O cenário se agravou ainda mais na pandemia, com meninas e meninos fora da escola, isolados em casa e longe da rede de proteção – muitos deles sofrendo com o impacto econômico da crise e sob risco de trabalho infantil. 


“É preciso investir particularmente nos municípios e, dentro deles, nas regiões mais afetadas e vulneráveis para dar oportunidades de educação, aprendizagem e trabalho protegido a cada adolescente. Ao mesmo tempo precisamos de compromissos multissetoriais para prevenção e resposta às diferentes formas de violência, incluindo a violência sexual”,
defende Florence.  


Diante de todos esses desafios, o UNICEF apresenta seis temas que têm de estar na agenda municipal:


  • Água, saneamento e higiene: Colocar o saneamento básico como investimento central para prevenir doenças e reduzir desigualdades 
  • Educação: Reabrir as escolas com segurança e investir na aprendizagem, porque fora da escola não pode 
  • Desenvolvimento infantil: Investir na primeira infância, uma das grandes janelas de oportunidades para o presente e o futuro 
  • Proteção contra a violência: Criar um pacto pela proteção de crianças e adolescentes contra a violência letal e outras violências 
  • Adolescência: Oferecer a cada adolescente oportunidades reais para criar um mundo melhor para si e para os outros 
  • Proteção social: Fazer da infância e da adolescência a grande prioridade do orçamento e das políticas públicas municipais


Mais que promessas, é preciso propostas, programas e ações concretas e mensuráveis que priorizem a infância e a adolescência. 


“É no município que meninas e meninos vivem, então é lá que se pode impactar diretamente a vida delas e deles. Os novos gestores e legisladores municipais, certamente, têm um grande desafio pela frente, mas estão diante de uma oportunidade única: colocar crianças e adolescentes como prioridade em cada município”,

defende Florence.


Sobre o UNICEF 


O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) trabalha em alguns dos lugares mais difíceis do planeta, para alcançar as crianças mais desfavorecidas do mundo. Em 190 países e territórios, o UNICEF trabalha para cada criança, em todos os lugares, para construir um mundo melhor para todos.  


Acompanhe nossas ações no Facebook, Twitter, Instagram, YouTube e LinkedIn.



Fonte: Unicef  


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Foto: (Reprodução) FERNANDO GARCIA

Adib Elias afirma que em Catalão não falta água...

Em entrevista a Rádio Sucesso nesta quarta-feira (21), o prefeito de Catalão disse que em Catalão não falta água, na oportunidade ele ainda afirmou: 

“Torcemos profundamente pra faltar água em Catalão e não faltou,”. 

Foto: (Reprodução) FERNANDO GARCIA


Nas últimas semanas moradores de vários bairros da cidade usaram as redes sociais para reclamar da falta de água e estão indignados com as declarações do prefeito. 

Adib não cansa de tentar iludir os eleitores e fantasiar uma realidade inexistente no município.


Fonte: Ascom Elder Galdino


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Foto: (Reprodução) 

Flagrado com dinheiro na cueca pela Polícia Federal, o senador licenciado Chico Rodrigues (DEM-RR) responde na Justiça Federal por crimes como ocupação de terras públicas e fraude em licitação...  


Levantamento feito pela CNN encontrou sete ações em andamento que citam o senador (a relação não inclui processos eleitorais). Ele foi excluído de uma das ações por conta de um erro no processo: a denúncia feita pelo Ministério Público Federal foi recebida pela Justiça antes de ter sido autorizada pela Assembleia Legislativa de Roraima (na época, Rodrigues era vice-governador e a licença é exigida pela Constituição estadual).  


A mulher do senador, Selma Maria Ferreira Rodrigues, continua como ré no processo, acusada de invasão de terras públicas. Ela recorreu ao Supremo Tribunal Federal para ser excluída da ação, mas não obteve sucesso.


Há outros três processos relacionados a questões de ocupação de terras. Um deles é movido pelo Incra, Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária.   


A maior parte das ações corre em segredo de Justiça, o que dificulta a obtenção de detalhes sobre seus andamentos. O extrato de um dos processos informa apenas que se trata de investigação em torno de fraude em processo licitatório.  


Em 2017, o MPF recorreu contra uma absolvição de Rodrigues, acusado de desviar verba de R$ 1 milhão que era destinada ao plantio de café no município de São Luiz do Anauá (RR).   


Os recursos foram obtidos por emenda parlamentar proposta pelo próprio Rodrigues, então deputado federal. Ele foi absolvido na primeira instância da Justiça Federal por falta de provas.   


Oito pessoas, acusadas de terem atuado em conluio com o hoje senador chegaram a ser condenadas em outro processo relacionado ao caso. A empresa beneficiada com a verba federal pertencia a parentes de Rodrigues.  


A investigação começou em 2010, quando o Supremo Tribunal Federal aceitou denúncia contra o então deputado. Por conta da legislação que prevê prerrogativa de foro para ocupantes de determinados cargos públicos, o processo ainda passou pelo Superior Tribunal de Justiça e pelo Tribunal Reginal Federal da 1ª Região, onde agora tramita o recurso do MPF.  


A busca e apreensão na casa de Rodrigues, ocorrida na semana passada, foi motivada por suspeita de desvios de verbas federais destinados ao combate ao novo coronavírus em Roraima.  


A CNN tenta contato com o senador, mas até a publicação desta reportagem não foi atendida.



Fonte: CNN BRASIL Políticia  


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Foto: (Reprodução) /O presidente Jair Bolsonaro Foto: Reprodução - 19.out.2020 / CNN


O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nesta quarta-feira (21) que a vacina Coronavac, produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, em São Paulo, não será comprada pelo governo federal... 


A afirmação foi feita em resposta ao comentário de uma pessoa no Facebook.  


"Presidente, a China é uma ditadura, não compre essa vacina, por favor. Eu só tenho 17 anos e quero ter um futuro, mas sem interferência da ditadura chinesa",
escreveu o indivíduo. Bolsonaro respondeu: 

"Não será comprada."


O comentário sobre a China foi feito em uma publicação de Bolsonaro na rede social sobre a visita do conselheiro de segurança dos Estados Unidos, Robert O'Brien, e representantes da Casa Branca a Brasília. De acordo com o presidente, foram assinados 

"três acordos que vão intensificar ainda mais nossas relações comerciais e econômicas".
  

Obrigatoriedade da vacina Nesta semana, Bolsonaro afirmou a apoiadores que a vacina contra o novo coronavírus 

"não será obrigatória e ponto final", 

e voltou a criticar o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que defende a obrigatoriedade da dose.   


"O Programa Nacional da Vacinação, incluindo as vacinas obrigatórias, é de 1975. A lei atual incluiu a questão da pandemia. Mas a lei é bem clara e quem define isso é o Ministério da Saúde. O meu ministro da Saúde [Eduardo Pazuello] já disse, claramente, que não será obrigatório esta vacina e ponto final",
enfatizou o presidente.


Coronavac 


De acordo com a gestão Doria, a Coronavac teve os menores índices de reações em comparação a outros imunizantes contra a Covid-19. O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, informou que o sintoma mais frequente nos testes com 9 mil voluntários brasileiros foi dor no local da aplicação, relatada por 18% das pessoas testadas.  


A primeira fase de testes clínicos da Coronavac no Brasil terminou na sexta-feira (16), apontando pouco mais de 5% de efeitos colaterais entre quem recebeu a vacina.  


Surpresa 


Segundo o analista Igor Gadelha, a declaração surpreendeu auxiliares do ministro da Saúde, que davam como certa a compra das 46 milhões de doses da vacina chinesa, como a pasta anunciou nesta terça-feira (20).  


Auxiliares de Pazuello no Ministério da Saúde já entraram em contato com ministros e auxiliares presidenciais do Palácio do Planalto para tentar entender o que houve.  


Governadores que se reuniram com Pazuello na terça também disseram à CNN terem sido surpreendidos com as postagens de Bolsonaro. Argumentam que ontem o ministro deu como certa a compra das doses.



Fonte: CNN BRASIL Política


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Foto: (Reprodução) /Pablo marcou dois gols contra o Binacional, sendo um deles de voleio — Foto: Staff Images / CONMEBOL

Tricolor cumpre obrigação ao vencer o fraco Binacional e se despede da competição...


O São Paulo goleou o Binacional por 5 a 1 no Morumbi, na última terça-feira, e se despediu da Copa Libertadores.  Eliminado na fase de grupos com uma rodada de antecedência, o São Paulo dá adeus em uma participação vergonhosa na competição, como bem definiu Pablo. Foram sete pontos conquistados em seis jogos contra River Plate, LDU e Binacional.  


O Tricolor foi o único time a perder e ser vazado pelo Binacional no Grupo D. Os peruanos saem da Libertadores com três gols marcados, todos contra o São Paulo, e um saldo negativo de 22 gols.


Esportivamente o jogo valia apenas para garantir a vaga na Copa Sul-Americana, resultado que seria alcançado até com um empate em casa.  


De olho no jogo de volta da Copa do Brasil, com o Fortaleza, domingo, no Morumbi, Fernando Diniz poupou três titulares: Diego Costa, Reinaldo e Gabriel Sara deram lugar a Arboleda, Léo e Vitor Bueno, respectivamente.  


Além disso, Pablo ganhou a vaga de Luciano, desfalque com um desconforto muscular.


Foto: (Reprodução) /Jogadores do São Paulo comemoram gol de Arboleda contra o Binacional — Foto: Staff Images/Conmebol

No primeiro tempo o São Paulo foi lento, como disse o próprio Diniz, e ficou longe de empolgar. Depois, criou chances em sequência e construiu a goleada sem problemas diante do fraquíssimo Binacional.  


Anticlímax e falta de tempero no jogo à parte, a partida serviu para o São Paulo rodar parte do elenco e dar confiança a alguns jogadores.  


  • Pablo encerrou um jejum de 11 jogos sem gols: marcou duas vezes, sendo uma delas um golaço de voleio, e igualou Brenner na artilharia do elenco no ano. Cada um tem nove gols; 
  • Daniel Alves foi substituído pela primeira vez no ano por opção de Fernando Diniz nas suas 26 partidas. Até então ele havia saído de campo contra o Athletico-PR por necessidade, pois sofreu uma fratura no antebraço. Na minha opinião, o camisa 10 poderia ter sido poupado desde o início do jogo; 
  • Helinho voltou a entrar em campo depois de quase um mês: não jogava desde o dia 22 de setembro; 
  • Arboleda foi titular novamente. Ele não iniciava um jogo desde 23 de agosto, quando enfrentou o Sport. O zagueiro retornou após defender a seleção equatoriana; 
  • Rodrigo Nestor voltou a ter chance após sete jogos indo ao banco de reservas sem entrar; 
  • Tréllez teve a partida com mais tempo em campo no ano ao lado dos principais jogadores do São Paulo: 30 minutos. O outro jogo no qual teve mais minutos foi diante do Botafogo de Ribeirão Preto, com reservas: 33 minutos.


– Já usei todos os jogadores em jogos importantes. Hoje acho que jogamos de forma equilibrada. Jogadores que temos para jogar 45, 60 minutos como alguns jogaram não vai interferir em nada. Nós temos cinco dias. É só domingo o jogo. Então acho que foi muito equilibrado aquilo que aconteceu –
disse Diniz.  


– Somado a isso nós temos alguns jogadores que por motivos diferentes não estão. Nós ainda estamos sem Hernanes, Juanfran, Luciano, Liziero e Igor Vinicius. A gente tinha que colocar um time equilibrado no campo para poder respeitar a competição, o Binacional e o torcedor. Hoje a gente colocou o melhor time para ganhar e pensando no final de semana –
completou o treinador.


Depois de empatar por 3 a 3 com o Fortaleza, no Castelão, o São Paulo decide sua vida na Copa do Brasil domingo, dentro do Morumbi.  


É a chance de se classificar e ganhar o primeiro mata-mata de 2020, ou cair e acumular a terceira eliminação na temporada.



Fonte: G1 Globo Esporte  


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Foto: (Reprodução) /Delegacia da Mulher registra casos de estupro e violência doméstica — Foto: Sílvio Túlio/G1

Em 2019, foram registrados 2.741 crimes sexuais. Cultura machista é apontado como um dos fatores que dificulta o combate a esse tipo de violência...


O Anuário Brasileiro de Segurança Pública aponta que Goiás foi o oitavo estado com maior índice de estupro de mulheres em 2019. Segundo o relatório, foram registrados 2.741 casos, o que representa uma média de 7,5 estupros por dia. Cultura machista e impossibilidade de se traçar um perfil do agressor estão entre os fatores citados como dificuldade no combate a esse tipo de crime.


“No dia a dia, o que nós observamos, é que indistintamente todas classes sociais, todas as idades, independente da duração do relacionamento, todos eles são susceptíveis e esse tipo de agressão. É um crime que não tem como distinguir perfil de vítima ou criminoso. É em qualquer faixa etária, qualquer classe social ou cultural. Não há como traçar um perfil onde haverá maior incidência”,
disse a delegada adjunta da Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher (Deam), Aline Leal.  


Veja os dez estados com maior índice de estupro e estupro de vulnerável por 100 mil habitantes



O número de estupros contra mulheres se manteve praticamente igual entre 2018 e 2019, quando foram registrados 2.755 e 2.741 casos, respectivamente. Para a delegada, isso reforça a dificuldade em se combater esse tipo de violência.  


“É preocupante, é alarmante, porque é uma violência que degrada e desestrutura muito a vítima e família. Existe essa cultura machista na nossa sociedade, que fragiliza a vítima, faz com que elas se punam e se considerem como causadoras daquela situação. Toda a sociedade tem que estar engajada no combate a esse tipo de crime”,
afirmou. 


A delegada explicou que a rede de acolhimento às vítimas de violência, tanto agressões físicas dentro de casa, como em casos de estupro, tem encorajado as mulheres a denunciar mais os crimes. Além das delegacias especializadas, há ainda um local específico na Superintendência de Polícia Técnico-Científica para a realização de exames das vítimas.  


A Deam também tem uma parceria com o Hospital Materno Infantil (HMI) para que as vítimas de estupro recebam o atendimento médico e psicológico necessário. O acompanhamento é feito ao longo de seis meses.  


Em 2019, foram realizados 378 atendimentos a mulheres. No primeiro semestre deste ano já foram 246. Para a coordenadora do Ambulatório de Apoio à Vítima de Violência Sexual do HMI, a pediatra Marce Divina de Paula Costa, esses dados também revelam que há um número maior de denúncias e busca por atendimento.  


“Com o passar dos anos, houve um aumento no entendimento das pessoas, a noção sobre os seus direitos, as mulheres foram, aos poucos, superando a vergonha em denunciar. E também há uma melhoria na estrutura especializada ao atendimento a essas vítimas. Então, esses dados podem revelar não um aumento do número de casos em si, mas uma quantidade maior dos registros”,
analisou.  


A médica acredita que um maior esclarecimento da população pode diminuir os índices desse tipo de crime. Porém, ela avalia que o caminho ainda é longo.


“Combater esse tipo de crime é difícil porque, para isso, é necessário mudar uma cultura machista, patriarcal, que já dura séculos. É necessário começar a mudar a educação, abordando essas questões de gênero”,
completou.



Fonte: G1 Goiás  


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Foto: (Reprodução) /TV Anhanguera /Goiás tem o maior crescimento de registros de injúria racial e racismo do país entre 2018 e 2019 


Números nos dois quesitos mais que dobraram de 2018 a 2019. Especialista diz que ação nas comunidades ajuda na conscientização de que não se trata de 'mimimi' e no aumento de denúncias. Vítima afirma que é importante 'não se calar'...


Goiás contabilizou o maior aumento percentual nos registros de casos de injúria racial e racismo em todo o país de 2018 a 2019, aponta o Anuário Brasileiro de Segurança Pública divulgado neste ano. Nos dois itens, os números mais que dobraram.  

Conforme o levantamento, os registros de injúria racial aumentaram de 267 para 553, o que configura um reajuste de 104%. No caso de racismo, os dados passaram de 10 para 25 - mais de 146%. Cinco estados tem mais casos de injúria registrados que Goiás: São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Paraná e Rio de Janeiro. Por sua vez, em casos de racismo, Goiás ocupa o 12º lugar - Maranhão, Santa Catarina e Mato Grosso estão no top-3.  

Em relação à injúria, o aumento que houve em Goiás é seguido de longe pelos estados de Santa Catarina (63%) e Rio Grande do Norte (59%). Sobre os casos de racismo, as unidades da federação com números mais próximos são Amapá (125%) e Rio de Janeiro (64%).  

O crime de injúria racial consiste em ofender a honra de alguém usando elementos referentes à raça, cor, etnia ou origem. Já o racismo se configura quando essa ofensa é destinada a uma coletividade de indivíduos, discriminando toda uma raça.

Segundo Maura Campos Dominicana, presidente da Comissão Especial de Promoção da Igualdade Racial da Ordem dos Advogados do Brasil - Seção Goiás (OAB-GO), o aumento no número de registros se deve, essencialmente, a trabalho feitos em comunidades mais pobres.  

"Hoje há mais informação. Existem pequenos grupos nas comunidades debatendo o assunto e mostrando para as pessoas negras o que é o racismo e como ele acontece. Está havendo mais denúncias porque existe mais consciência",
disse ao G1.

Foto: (Reprodução) /TV Anhanguera /Vigilante Vanice Pinheiro denunciou que foi vítima de racismo em Rio Verde: 'Não se calar' 


Maura afirmou ainda que vê o racismo 

"arraigado"

 em Goiás e que em alguns casos o assunto ainda é tratado como 

"mimimi".

 

"Acredito que o racismo em Goiás é muito arraigado. As pessoas normalizam essa prática. Qualquer coisa que se reclame, dizem que está com 'mimimi'. Não é assim",
afirma. 


'Não se calar' A vigilante Vanice Pinheiro, de 44 anos, passou por uma situação de injúria no mês passado. Enquanto trabalhava em uma agência bancária de Rio Verde, no sudoeste de Goiás, alegou ter sido ofendida com insultos raciais por um homem que não conseguiu passar pela porta giratória.  


Ela registrou uma ocorrência na polícia e reforçou a importância de denunciar situações semelhantes para evitar que elas se tornem rotineiras e também para alertas outras pessoas que passam pelo mesmo problema.


"É preciso incentivar outras pessoas, encorajá-las a não se calar. Minha ação quando sofri aquela situação foi falar não só por mim, mas por todos. O racismo é muito sério e eu não me calei",
relata.



Fonte: G1 Goiás  


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