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★ COVID-19 BRASIL - Brasil tem 1.409.693 casos de Covid-19, aponta consórcio de veículos da imprensa em boletim das 8h.

Médicos das Forças Armadas fazem teste rápido em integrante da tribo indígna Ye'Kuena, na cidade de Auari (RR), na última terça-feira (30) Foto: NELSON ALMEIDA / AFP


Número de perdas pela crise do coronavírus Sars-CoV-2 se aproxima de 60 mil, segundo números das secretarias estaduais...


RIO — O número de casos confirmados de Covid-19 no Brasil subiu para 1.409.693, indica o boletim das 8h do consórcio de veículos de imprensa formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo nesta quarta-feira. Os números são consolidados a partir das secretarias estaduais de Saúde. O total de óbitos é de 59.745.

As estatísticas da pandemia no Brasil são divulgadas três vezes ao dia. O próximo levantamento será divulgado às 13h. A iniciativa dos veículos da mídia foi criada a partir de inconsistências nos dados apresentados pelo Ministério da Saúde na gestão do interino Eduardo Pazuello.  

Desde o último boletim fechado, às 20h da última terça-feira, foram notificados 2.518 novos casos de Covid-19 e 21 mortes a mais pela doença. Os números foram atualizados pelas secretarias de Saúde do Ceará, Goiás, Rio Grande do Norte e Roraima. Ontem, o país chegou oficialmente à marca de 59 mil vidas perdidas pelo coronavírus Sars-CoV-2. O Brasil deve chegar a 60 mil óbitos pela Covid-19 ainda hoje.

Inverno  

Apesar de até agora nenhum estudo ter sido taxativo a respeito da relação entre o avanço do coronavírus e as baixas temperaturas, cientistas, pesquisadores e profissionais da saúde alertam para uma possível piora na transmissão do vírus durante o inverno, que começou oficialmente no Brasil no dia 20 de junho.  

Segundo estes especialistas, a baixa umidade, a predisposição de as pessoas ficarem com as mucosas mais sensíveis por causa do frio, provocando corizas e alergias respiratórias, o que facilita qualquer tipo de transmissão viral, e a tendência de passar mais tempo em ambientes fechados, situações comuns no inverno brasileiro, podem dificultar ainda mais o controle da pandemia.

Reabertura prematura  Um estudo da Rede de Pesquisa Solidária, formada por mais de 50 pesquisadores brasileiros que monitoram os dados da pandemia, indicou que nenhum estado brasileiro alcançou a taxa de positividade em testes para o novo coronavírus recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um dos critérios seguros para afrouxamento das medidas de isolamento social.  

Os especialistas analisaram dados e boletins oficiais dos estados sobre testagem até o dia 20 de junho. A média de positividade dos testes no país, indicam, foi de 36% no mês. A OMS recomenda que as autoridades de saúde só flexibilizem ações de distanciamento social quando essa taxa for de 5%, e se mantiver estável durante duas semanas, pelo menos. Na prática, isso quer dizer que, de cada cem exames realizados, apenas cinco tenham resultado positivo, durante 14 dias, em média.  

Anestésicos  O Ministério da Saúde anunciou na última segunda-feira que lançou processos de compra para medicamentos anestésicos usados em procedimentos de entubação para pacientes vítimas da Covid-19. Dois processos foram iniciados pelo governo, um internacional e outro nacional. Apesar do anúncio, ainda não há previsão sobre quando os medicamentos serão entregues.  

A falta de anestésicos foi levada ao Ministério da Saúde pelo Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass). Segundo os secretários, os estoques desse tipo de medicamento caíram bruscamente nos últimos meses em razão do aumento de entubações causada pelo aumento no número de pacientes infectados pela Covid-19.


Fonte: O Globo
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