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★ ELEIÇÕES 2022 - Urna eletrônica é auditável antes e depois da eleição, diz ex-presidente do TSE

Foto - Montagem: (Reprodução) /CNN BRASIL POLÍTICA   

 

Carlos Velloso avaliou que falta conhecimento aos que criticam o sistema atual de votação...

 

O ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF) e ex-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Carlos Velloso afirmou em entrevista à CNN que a urna eletrônica é auditável antes, durante e depois das eleições.

 

Conhecido como 

"pai da urna eletrônica", 

o advogado ressaltou que a forma de votação atual não pode ser alvo de ataques hackers -- visto que o sistema não é online -- e avaliou que falta conhecimento às pessoas que criticam o modelo.

 

"Eu quero emprestar a essas pessoas que estão atacando a urna [eletrônica] boa-fé. Certamente porque não estão bem informadas em relação à urna",
 

disse.


Velloso explicou que os programas utilizados nas máquinas são elaborados pelo TSE sob fiscalização dos partidos políticos e informou que os softwares ficam à disposição das siglas e dos cidadãos de modo geral até seis meses antes da corrida eleitoral.


De acordo com o magistrado, no dia da eleição, os presidentes das mesas receptoras de votos imprimem -- na presença dos fiscais dos partidos -- um boletim conhecido como 

"zerésima",
 

que indica que a urna não tem votos registrados. 


O ex-presidente do TSE também lembrou que caso erre ao digitar o número do candidato selecionado, o eleitor pode apertar a 

"tecla de cor laranja" 

e retornar ao início para corrigir o equívoco.


Ainda segundo Velloso, ao fim do dia, o presidente da mesa receptora de votos imprime o boletim da urna -- que contém os votos registrados -- e distribui aos partidos e fixa outra via na porta da seção eleitoral. 


"O pen drive criptografado em um envelope lacrado, e assinado pelo presidente e outros membros da mesa é levado ao órgão central da Justiça Eleitoral ou ao posto mais próximo, onde é transferido ao TSE. Esses boletins logo que chegam ao TSE são lançados na internet",
 

explicou.


Ao contrário do que acontece atualmente -- quando o ministro da Defesa ameaça a realização das eleições caso não haja voto impresso --, Velloso contou que na época da implementação do voto eletrônico, as Forças Armadas ajudaram no processo.


"As Forças Armadas participaram mandando técnicos de seus serviços de informática", 

finalizou.

 

 

 

Fonte: CNN BRASIL POLÍTICA

 

Esta matéria é em oferecimento de:

 


 

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