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★ CONSTITUIÇÃO FEDERAL - Líder do governo defende plebiscito para mudar Constituição no Brasil

Foto: (Reprodução) /Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara Foto: CNN (03.set.2020)

O líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP/PR), defendeu nesta segunda-feira (26) a realização de um plebiscito aos moldes do que aconteceu no Chile neste domingo (25)...


Quando a população aprovou por mais de 78% a reforma da Constituição daquele país.  


“A Constituição [brasileira] tornou o país ingovernável, como disse o [José] Sarney. Devemos fazer um plebiscito, como fez o Chile. É hora de repensar. Reformar a Constituição, que não está nos dando condições de governar a longo prazo”,
declarou o deputado durante a live 

“Um dia pela democracia”,
promovida pela ABDConst.


Para Barros, por ser uma 

“Carta que só tem direitos”, 

a Constituição de 1988 criou um Estado que gasta mais do que arrecada, e não há brechas para aumentar a carga tributária, 

“porque o cidadão não tem condições de pagar mais impostos”. 
 

Com isso, continuou o líder, o volume da dívida pública só aumenta. 

“Os juros da dívida não são pagos há muitos dias. A dívida só é rolada.” 
 

Na avaliação dele, o parlamentarismo seria o melhor regime de governo para o Brasil, 

“pois ajudaria o país a enfrentar as crises de maneira menos traumática”. 

Uma nova constituinte também permitiria essa mudança ou poderia prever a realização de mais plebiscitos sobre o tema. A Constituição atual só previu o plebiscito realizado em 1993, no qual venceu o presidencialismo.


Ativismo do judiciário  


O deputado criticou também o 

“ativismo político do judiciário”, 

que 

“está muito intenso, como nunca esteve”.

  “O combate à corrupção é o grande desejo do brasileiro. Mas não se pode combater crimes cometendo crimes, como vimos nos últimos anos. Ninguém pode atingir terceiros em sua honra, em sua reputação, e sair ileso”,
afirmou.  


Segundo Ricardo Barros, o Legislativo é 

“intimidado” 

por esse ativismo. 

“Parlamentares são ameaçados quando se insurgem contra os privilégios que estão postos. Eu fui relator da Lei de Abuso de Autoridade e sei o que passei. Mas o Brasil precisa de mudanças e nós do Legislativo temos que patrociná-las.” 
 

Em setembro, o líder do governo foi alvo de operação de busca e apreensão da Polícia Federal suspeito de receber propina para facilitar contratos com empresas do setor energético no Paraná. 


Ele nega as acusações.



Fonte: CNN BRASIL Política  


Esta matéria é em oferecimento de:



FOLHA DE CATALÃO - A NOTÍCIA DE FORMA DIRETA

 

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